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Manual da Convivência - Pe. José Florêncio

Por: Família Missionária

Na edição 2137 da revista Veja de 04 de novembro tem um artigo intitulado “Pequeno manual da Civilidade”. È uma reportagem interessante convidando a resgatar valores importantes para a convivência social.

Permito-me resumi-los ao meu modo e passar neste e-mail da Família Missionária, pois me parece que seu primeiro campo de aplicação é a convivência familiar. De fato como disse o autor aplicando-as e melhorando o relacionamento haverá menos brigas, stress, e conseqüentemente menos processos, pessoas doentes e menos custos. A pergunta base que pode ajudar na aplicação destes valores é: O que posso fazer pelo outro para que sua vida possa ser melhor?

1. HONRADEZ. Ser honrado significa ser portador de exemplaridade em tudo; não basta, por exemplo, ser bom médico/ médica, é preciso ser bom pai/ mãe, marido/ mulher, filho/filha... uma pessoa respeitosa é incorruptível.

2. INTEGRIDADE. Ser de uma peça só, inteiro; aplica-se a quem não têm duas palavras, duas lealdades. Integridade é não abusar do poder, não desmerecer dos outros, não tripudiar.

3. TOLERÂNCIA.  É o valor que mais exige auto-aprendizagem, a gente precisa treinar para aceitar os comportamentos diferentes tanto dos que valorizamos, como dos que rejeitamos. É de suma importância tanto para a boa convivência social quanto para sanidade mental.

4. AUTOCONTROLE. Para quem tem temperamento forte, sangue quente ou pavio curto é muito recomendável o autocontrole. Especialmente diante das situações de stress da vida moderna manifestadas na loucura do trânsito, na falta de tempo e no excesso de compromissos. Trabalhar o autocontrole passa pela decisão íntima e compromissada de não agir com violência diante de uma situação de conflito ou contrariedade.

5. BOAS MANEIRAS. Não podem considerar-se coisas do passado, pois são super necessárias quando como hoje acontece, convivemos ainda mais fora de casa. Ser afável, agir com cortesia ou gentileza ajuda muito a criar bons ambientes. São atitudes que devem ser redobradas com aqueles que nos relacionamos e que ocupam posições menos destacadas: a empregada do lar, a faxineira do escritório, o buscador do carro.... Quanto ajuda sempre um... Bom dia, por favor, obrigado, até logo...

6. CONTENÇÃO VERBAL – PEDIR DESCULPAS. Numa cultura de maior permissividade geral, o cuidado no uso da palavra serve de mecanismo de “freio social”, para que opiniões próprias sejam atenuadas, de forma a não ofender sentimentos alheios. Quando apesar do propósito, a pressa, os prazos, as pressões, nos levam a atropelar o outro, o melhor remédio é pedir desculpas. O arrependimento sincero e a atitude nobre de desculpar-se é um lenitivo de eficácia comprovada em todos os tempos.

7. DECORO, NA FALA E ATITUDES. Fala decorosa é aquela que diz ou que tem de dizer sem adular ou ferir. Comportamento decoroso é aquele que não ofende, não agride, não é exibicionista ou apelativo. Todos experimentamos o incomodo por atentados cotidianos ao decoro por parte de algumas pessoas: Pelo uso do celular em ambientes confinados, o abuso de altas músicas desde as casas vizinhas, ou por quem ignora solenemente aquilo que seu cãozinho fez na calçada... Ter decoro é entender que a casa, a rua, os locais públicos, são um pouco de todos.
 
Desejo a todos os internautas da Família Missionária uma boa prática deste manual de relacionamentos, a iniciar pelos mais próximos; os de nossa casa.
                                                                           
 Pe. José Florêncio Blanco, O.S.A.
 

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